O cenário do romance de Aluísio Azevedo é o cortiço São Romão, situado no Rio de Janeiro, durante o século XIX. O proprietário do estabelecimento é João Romão, um português que se muda para o Brasil em busca de uma vida melhor e consegue montar seu próprio estabelecimento.
No princípio o proprietário tinha apenas três casas, depois consegue comprar casas ao lado e aos poucos vai levantando novas habitações.
Nada lhes escapava, nem mesmo as escadas dos pedreiros, os cavalos de pau, o banco ou a ferramenta dos marceneiros. E o fato é que aquelas três casinhas, tão engenhosamente construídas, foram o ponto de partida do grande cortiço de São Romão. Hoje quatro braças de terra, amanhã seis, depois mais outras, ia o vendeiro conquistando todo o terreno que se estendia pelos fundos da sua bodega; e, à proporção que o conquistava, reproduziam-se os quartos e o número de moradores.
João Romão tem como companheira Bertoleza, uma escrava fugida. Querendo ampliar cada vez mais os negócios, o português faz uma sociedade com o vizinho Miranda, e, para selar a união, propõe o casamento com Zulmira, a filha do sócio.
Sem saber o que fazer com a sua companheira Bertoleza, João Romão pretende denunciá-la como escrava fugida. O romance de Aluísio Azevedo narra, com pormenores, o cotidiano miserável daqueles que vivem no cortiço.
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