A protagonista deste romance vai do paraíso ao inferno em poucas páginas. Casada com a mulher que ama, ela suspeita de que tenha sido traída durante uma de suas viagens de negócios.
A angústia de não saber o que se passa, o medo de perguntar, desconfiança e a dúvida, que nunca tiveram espaço na relação – considerada perfeita pelos amigos –, agora rondam o casal. Mas será mesmo que a traição existiu? Ou era o amor que estava minguando?
O ano em que morri em Nova York não é só a história de um casamento desfeito por conta de uma suposta traição.
Estas páginas trazem a trajetória de uma mulher desde a sua redescoberta até o doloroso rompimento.
Uma mulher que assume sua orientação sexual tardiamente, e que luta para fazer a família entender, os amigos apoiarem e os colegas de trabalho aceitarem.
Jornalista que se tornou ativista das causas LGBTT, Milly Lacombe cria neste seu primeiro romance, com viés autobiográfico, uma história densa, mas aliviada pelo humor.
Um livro que é também uma viagem de autoconhecimento, e, acima de tudo, uma história de amor a si próprio.
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